terça-feira, 9 de agosto de 2011

Poeta, poema, poema.
Poema, poeta, poeta.
Poeta, poema, poema.
Poema,
poema,

POETA!

Pare já com essa punheta.
A risada ainda guardada.

São poucas coisas mais tristes

que uma biblioteca encaixotada.

O tempo é uma raposa e o seguro morreu de velho.

Falaram poetas, mendigos e mestres.

Lá vai o tempo outra vez, nos enganando...

cometendo adultério.
Não há no mundo,
nada mais bonito:
alguém
que sabe fechar o bico.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Basicamente,
gostaria de estar ácido.
Sobre o sono

quando te quero, foges
quando nao quero, me persegues
entretanto, poeta tolo
há sempre de perder o sono
Sempre soube que era difícil
manter o sonho
manter-se acordado
lutando

De todas as coisas que fiz quando criança
me arrependo de muitas
e sempre hei de me arrepender de outras,

não há na vida nada mais sábio do que o arrependimento.